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Bebê em isolamento precisa de ajuda para tratamento

30 09:38:36/06/2016

As 39 semanas de gestação de Annette Tereza Knabben, de Tubarão, "foram mágicas", segundo ela resume, e compara que a situação é descrita pela maioria das mães. A expectativa para ver o rostinho do bebê dura uma eternidade, quando a criança vem ao mundo, a mistura de alegria, emoção e preocupações afloram. Só quem é mãe biológica ou de coração entende. 

Em agosto do ano passado, o seu filho Bernardo nasceu com 48 centímetros e 3,345 quilos. "Tinha dobrinhas de dar gosto", lembra. Porém, alguns dias depois, Anete sentia muitas dores de cabeça e precisou voltar ao hospital. 

“Fui diagnosticada com cefaleia pós-raque. Mal podia alimentar o meu bebê. Na época, passei por um turbilhão de situações adversas: meu pai faleceu, meu filho tinha dificuldade em sugar o peito e, com menos de um mês, meu bebê estava perdendo peso. Levei-o ao pediatra. Tive que complementar a alimentação do meu filho com um leite especial, mas não teve jeito, rejeitou a mamadeira e passou mal”, detalha.

Em nove meses de vida, o diagnóstico de Bernardo não tinha sido descoberto.  Ele teve vários quadros de infecção, otite e bronquiolite. “Vivia exausta, tinha semanas que o levava seis vezes ao médico. Ele vive com diarreia. Tem alergia a alimentos, perfume, e até componentes da água. Temos lutado diariamente por sua vida”, assegura.

Annette destaca que o diagnóstico só foi descoberto no fim do mês passado, quando a criança passou por uma avaliação de um médico especialista, Aderbal Sabra, em um dia que realizava consulta em Curitiba (PR). Por recomendação do profissional, que possui consultório no Rio de Janeiro, o garotinho está em isolamento em casa, e não pode ter contato com outras pessoas além da mãe. Ele é alérgico múltiplo grave, tem colite alérgica.

Translado de criança precisa ocorrer de avião

Annette revela que soube da existência do profissional do Rio de Janeiro por meio de um grupo de mães de bebês alérgicos. Ela conta que a união dessas genitoras tem mantido o garotinho vivo. “O hospital que o médico é conveniado é muito caro. Ainda que consiga outra unidade para internar o Bernardo no Rio, terei que pagar pelas visitas do médico, mas tenho que tentar. O quadro dele só tem piorado nos últimos dias”, lamenta.

Como é anafilático, o meio de transporte deve ser aéreo, porém, é necessário que apenas a mãe, o piloto e o bebê possam viajar. “Ah, se tivesse descoberto esse médico antes, teria evitado tantas anafilaxias, sangramentos, dores e o meu Bernardo não estaria tão sensibilizado como hoje”, lamenta.

Na madrugada de ontem, o garotinho passou mal e demorou a dormir. “Preciso levá-lo para o Rio de Janeiro com urgência para ser avaliado. O médico afirmou que o meu filho tem que ser internado, não possuo dinheiro e vivo só para os seus cuidados”, complementa. A consulta com o profissional na capital fluminense custa R$ 1,1 mil. Além disso, serão necessários os valores com a internação.

Para quem pretende ajudar o menino ou conhece alguém que trabalhe em uma empresa  aérea  e quiser colaborar, basta entrar em contato por meio do telefone (48) 9949-1841 (Annette).

Notisul

 

Fonte: Ligado no Sul. 

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